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A nova época

Raul Rocha
\ segunda-feira, maio 16, 2022
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Será seguido e executado o plano de reestruturação financeira elaborado pela anterior gestão e aprovado pela assembleia geral da SAD no início de 2022?

Fechada 2021/2022, o primeiro grande teste, que a recentemente eleita administração vitoriana tem, é a construção do plantel 2022/2023.

A Direção do Vitória eleita em março passado começou bem. Cortou prestações de serviços supérfluas, deu maior confiança e acompanhamento à primeira equipa no final da liga. Os adeptos apreciaram, o estado de graça apareceu, mas o teste definitivo ainda não se iniciou.

Há grandes incógnitas sobre as opções da administração. Será seguido e executado o plano de reestruturação financeira elaborado pela anterior gestão e aprovado pela assembleia geral da SAD no início de 2022? Ou seja, o Vitória vai conseguir rentabilizar nos valores previstos alguns dos seus principais valores do plantel? Bruno Varela, Mumin, Gui, André Almeida são as hipóteses mais plausíveis. Frustrada a renovação de Estupián, vai ser concretizada a renovação de Rochinha, um jogador hoje emblemático junto dos sócios? Vai ser prosseguida a política iniciada, há um ano atrás, onde Pepa foi tão elogiado, de promoção de jovens da B? Celton Biai, Tonkara, Afonso Freitas, Bamba, Dani Silva, Luís Esteves, Bambola, Herculano estão à espera… Ou, pelo contrário, vai avançar uma política ampla de contratações, pouco seletiva, que em épocas anteriores apenas criou desconhecimento do balneário e obrigou a construir tudo de novo?

São estas algumas das incógnitas a que a administração da SAD e o novo diretor desportivo Rogério Matias vão responder nos próximos dias.

Não vai certamente demorar muito, porque tendo o Vitória que disputar a 2ª pré-eliminatória de uma prova europeia a 21 de julho, tudo urge…

Confiamos na competência da administração para serem tomadas as melhores opções. Fazemos votos para que não vão por experimentalismos fáceis. Temos anos suficientes de adepto vitoriano para recordar erros e sucessos de diferentes decisores. Sabemos que a gestão do futebol de hoje é diferente dos tempos em que tivemos responsabilidades. Mas duvidamos que para o sucesso vitoriano a evolução tenha sido ganhadora. Para o número, sempre crescente, de profissionais de futebol – agentes, diretores desportivos, team menager, diretores de comunicação – foi de certeza.